Caminhar é um jeito fácil de emagrecer. De baixo impacto, o exercício ajuda a queimar calorias, a diminuir a compulsão alimentar e a recuperar a auto-estima.
Chegar ao manequim 40 é um drama para as mulheres. Para as que estão três ou quatro quilos acima do peso, a tarefa requer disciplina militar na tentativa de cortar guloseimas e aumentar o gasto calórico – em geral, na academia.
Para uma mulher com vinte quilos a mais, outros problemas pesam na balança e agem como complicadores na hora de tomar alguma atitude capaz de afinar a silhueta.
Mas não é preciso nenhuma estratégia mirabolante para ganhar um corpo tão sarado quanto o das modelos de revista. A velha caminhada é a saída mais simples, barata e eficaz para alcançar esse objetivo.
Por se tratar de uma atividade fácil, não requer treinador nem orientação especial – basta um tênis confortável, boné e protetor solar. Diferente do que acontece nas academias, na rua imperam bermudas e camisetas.
E mais: a atividade de baixo impacto é perfeitamente segura para joelho, ligamentos e articulações – partes mais vulneráveis a lesões. Perda calórica e resultados estimulantes “Essa atividade física promove perda calórica. Conforme vai ficando mais leve, a pessoa consegue caminhar por mais tempo e com maior velocidade, o que acelera o emagrecimento”, outra vantagem do exercício é o ganho de auto-estima.
“Por se sentir cada vez mais disposta, a atleta começa a se gostar mais, toma consciência do que fazia de errado e fica antenada com aquilo que está comendo. Percebe o que não faz tão bem e passa a controlar a quantidade e a qualidade do que ingere”.
Um benefício extra, mas igualmente importante para quem precisa perder peso, é o controle da ansiedade.
“O exercício funciona como um pára-raio do stress.
“Quando a gente anda, ocorre a liberação de algumas substâncias, como as endorfinas, que dão sensação de prazer e ajudam a acalmar. Essa descarga hormonal reduz a ansiedade e a compulsão alimentar”.