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terça-feira, 22 de maio de 2012
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Trocar o óleo requer atenção

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Trocar o óleo do carro é algo tão comum entre os motoristas que, no corre-corre do dia, ele nem olha as especificações do produto que vai utilizar em seu veículo. Cada carro aceita melhor um tipo de lubrificante. Além disso, o ato de só "completar" o nível de óleo pode ser prejudicial.

Os óleos estão divididos entre minerais, semi-sintéticos e sintéticos. Em resumo, a diferença entre eles é simples: o lubrificante de base mineral deriva do petróleo; o de base sintética é desenvolvido em laboratório e o semi-sintético é uma mistura dos dois.

Os produtos sintéticos resistem mais à oxidação e à evaporação e correspondem melhor às exigências dos motores modernos, que trabalham em altas temperaturas.

A indicação de qual óleo usar vem escrita no próprio manual do automóvel.

Outro detalhe importante e que quase nenhum motorista se dá conta, é quanto ao risco de completar o nível de óleo, uma prática comum.

Nessa hora, o cliente deve ficar atento ao lubrificante utilizado para saber se tem a mesma especificação daquele que já está no reservatório.

Todo motor consome um pouco de óleo, por isso o nível tem de ser mesmo completado. O consumidor só deve ficar atento para ver se o produto usado atende ao que está indicado no manual.

Sobre qual o melhor horário do dia para verificar o nível do óleo, o especialista diz que é logo pela manhã, com o motor frio.

Se medir logo que pára o motor, sempre vai aparentar ter menos óleo do que realmente tem. Na vareta, o nível deve estar entre o mínimo e o máximo.

Abaixo do mínimo, está faltando óleo e pode fundir o motor. Acima do máximo, pode gerar queima na câmara de combustão e produzir depósitos.

Quando parar num posto de combustível para trocar ou completar o nível do óleo, desligue o motor e espere alguns minutos, para que o lubrificante desça para o cárter.