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terça-feira, 22 de maio de 2012
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Troca a cada 15 meses

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Ele fica escondido debaixo do carro, não costuma dar muitos problemas, mas pode provocar perda de desempenho do veículo, além de causar danos ao meio ambiente.

O sistema de escapamento não envolve maiores complexidades técnicas, mas nem por isso deve ser negligenciado. Ele oferece escape aos gases residuais do motor e serve também para atenuar o ruído das ondas sonoras produzidas pelo movimento dos gases que saem do motor sob alta pressão.

São vários os componentes de um sistema de escapamento: catalisador, silencioso intermediário (ou abafador), silencioso traseiro e tubo traseiro.

As peças que mais sofrem danos são os abafadores intermediário ou traseiro, por causa do acúmulo do álcool expelido em forma de gases após a combustão.

Isso significa que os resíduos que saem pelo escapamento acabam por aumentar a corrosão interna das peças, que precisam ser trocadas a cada 12 ou 15 meses.

A incidência de ferrugem é grande nessa parte do carro porque a gasolina queimada, além de conter sais de chumbo e ácido, produz água em forma de vapor.

Quando o silenciador ou o tubo de escapamento estão frios (por exemplo, na primeira partida do dia), o vapor corrosivo condensa-se dentro do tubo de escapamento. Daí passa a agir como um ácido fraco que pode até furar o metal.

Vida útil
 

O catalisador e o tubo traseiro são os componentes com maior vida útil do sistema – superior a três anos. Cerca de 95% dos consertos são para trocar o silencioso ou o abafador intermediário do conjunto do escapamento.

Quando bem regulado, o sistema de escapamento pode estimular a rápida saída dos gases, queimados no motor, liberando os cilindros para que recebam nova carga de combustível, o que gera maior potência do motor.