Tão importante quanto colocar um carro em movimento é conseguir pará-lo com segurança. Para isso é preciso um cuidado especial no sistema de freios. Queda no nível de fluido, pedal duro, desvio de frenagem ou demora para frear são sinais de que é necessário uma revisão. Mas o motorista não precisa deixar o sistema chegar a esse ponto para verificar o que há de errado. Uma manutenção preventiva além de mais barata também prolonga a vida útil dos componentes.
O primeiro cuidado a ser tomado está na troca do óleo. É bom verificar o nível a cada 5 mil quilômetros e substituir o fluido a cada 10 mil quilômetros ou 12 meses, ou de acordo com o que determina o manual do usuário. Aqui o motorista deve ter atenção. Utilize o fluido indicado pela montadora, pois um óleo não adequado pode reduzir a eficiência do sistema ou danificar todo o conjunto.
Problemas no equipamento de frenagem do veículo podem resultar em uma demora na hora de parar o carro ou em um aumento no curso do pedal. Nesse caso, pode haver um desgaste nas lonas, vazamentos ou ar no circuito hidráulico, provocado pelo excesso de aquecimento nos freios da roda.
A falta de manutenção pode levar a uma pane no sistema que em alguns casos pode provocar acidentes. Sinais visíveis de óleo no sistema de freios podem significar vazamentos, o que compromete a capacidade de frenagem do carro. Outro problema comum é o entupimento do sistema, pois o óleo pode ficar mais grosso e bloquear os mangotes. O carro passa a frear mais de um lado, demora mais a parar e o risco de se envolver em um acidente é grande.
Outros problemas comuns que denunciam problemas no sistema de freios é a existência de ruídos, gerado em grande parte por problemas nas pastilhas ou pedal duro, causado por avarias no servo-freio.
Ao trocar as pastilhas de freio ou outro componentes é fundamental utilizar peças originais. Materiais de má qualidade ou não especificados pelo fabricante podem danificar o sistema e reduzir a capacidade de frenagem do automóvel.