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domingo, 20 de maio de 2012
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Palhetas limpadoras

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Frio e chuva lembram pára-brisa e, conseqüentemente, as palhetas limpadoras. Quando elas causam ruídos e trepidação, fazem faixas e riscos, formam névoas e falhas na limpeza, deixando os vidros embaçados. Isso é sinal de perigo - problemas com essa peça podem ser um risco à segurança dos passageiros. O ideal é trocá-las no prazo máximo de um ano.

Entre os principais defeitos das palhetas estão: as estrias, os ruídos, a borracha desgastada ou partida e a vértebra do refil curvada. As estrias são causadas por borracha ressecada, endurecida ou rachada, poeira ou qualquer outra substância estranha na lâmina. Já os ruídos ocorrem devido a deformação ou curvatura na borracha.

O desgaste da borracha é o arredondamento do ângulo removedor, causado por longo tempo de uso. No caso da borracha partida, é uma condição encontrada em lâminas velhas, algumas vezes, devido ao tempo de exposição ao sol. A vértebra do refil curvada ou o suporte retorcido são causados pela lavagem automática do carro. O proprietário do veículo deve verificar se as palhetas estão com as borrachas firmes no vidro e se não estão ressecadas.

Alguns cuidados podem melhorar a eficácia das palhetas como: limpar as lâminas de borracha somente com um pano umedecido em água e nunca utilizar querosene ou outros produtos químicos que podem causar danos à borracha.

O mercado também já disponibiliza outros recursos para ajudar a melhorar a visibilidade em dias de chuva. Um deles é o cristalizador. Um líquido que pode ser aplicado em todos os vidros, após serem lavados e secados. Ele impede que as gotas permaneçam nos vidros.

Além disso, o motorista pode optar pelas calhas de chuva, cuja instalação dura cerca de 10 minutos, e permite que as janelas sejam abertas para uma pequena entrada de ar, de modo a evitar que os vidros embacem.